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Jornada COP+ convoca sindicatos da indústria para movimento de transformação


Foto: Arthur Corrêa/ Gerência de Comunicação do Sistema FIEPA
Foto: Arthur Corrêa/ Gerência de Comunicação do Sistema FIEPA

A Jornada COP+, movimento pela transição justa e desenvolvimento sustentável da Amazônia Brasileira foi apresentada para quem ajuda a construir o setor produtivo no estado. Representantes dos sindicatos de diversos setores da indústria do Pará conheceram melhor o projeto nesta sexta-feira, 4, em evento realizado na FIEPA.


O presidente da Jornada e da Federação das Indústrias do Estado do Pará, Alex Carvalho, destacou a importância dos sindicatos para a construção de uma indústria cada vez mais alinhada à conservação ambiental, responsabilidade social e desenvolvimento econômico. “Não há condição alguma desses três pilares ruírem ou ficarem ausentes. É hora de termos vez e voz, e a Jornada é para que a gente possa ser uma caixa de ressonância do que temos para mostrar de melhor como exemplo. É hora de construir pontes, caminhos e dialogar, o que só é possível com o apoio dos sindicatos que são a base que dá sentido à existência da FIEPA”, afirmou.


Os sindicatos foram convidados a se unirem ao movimento de transformação liderado pela indústria da Amazônia Brasileira. A vice-presidente da Jornada COP+, Marcella Novaes, explicou que a proposta é que cada setor possa mostrar o que tem feito para produzir de forma sustentável na região. “Cada associado, cada sindicato aqui representado terá espaço para apresentar os seus grandes cases, os seus grandes assuntos de sucesso. Todos os envolvidos nesse sistema já nasceram com DNA de sustentabilidade, porque nasceram dentro da Amazônia, a gente precisa ter o DNA de sustentabilidade e a sustentabilidade na Amazônia também precisa da indústria”, ressaltou.

Marcella Novaes e Alex Carvalho/ Foto: Arthur Corrêa - Gerência de Comunicação da FIEPA
Marcella Novaes e Alex Carvalho/ Foto: Arthur Corrêa - Gerência de Comunicação da FIEPA

Para Daniel Freire, presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Estado do Pará, a Jornada será uma oportunidade de mostrar as boas práticas do setor. “A indústria da carne já está com muita atenção à questão socioambiental há muitos anos. Como a gente produz na Amazônia e no estado do Pará, nós sempre tivemos essa responsabilidade e fomos cobrados para isso. Inclusive, somos auditados por grandes companhias mundiais no quesito sanitário, nos quesitos socioambientais e também nos quesitos de clima organizacional. Então teremos muita coisa para mostrar para o mundo, a partir da Jornada COP+”, afirmou.

Daniel Freire, presidente do Sindicarne/ Foto: Arthur Corrêa - Gerência de Comunicação do Sistema FIEPA
Daniel Freire, presidente do Sindicarne/ Foto: Arthur Corrêa - Gerência de Comunicação do Sistema FIEPA

O setor florestal também está engajado no movimento. “Temos várias pessoas que podem contribuir, como especialistas em ESG e economia circular. Cada comitê pode contar com profissionais que agreguem ao trabalho, buscando formas de fortalecer a iniciativa”, afirmou Antonio Pagliari, integrante do Sindmad, sindicato do setor. Pagliari também destacou a importância da certificação e da transparência na cadeia produtiva da madeira. “Já encaminhei uma sugestão para reforçar que quem compra um produto de madeira florestal certificada está contribuindo diretamente com a preservação daquela área. Criamos até um selo para certificar isso e mudar essa imagem”, contou.


Em sua primeira fase, a Jornada COP+ já alcançou mais de 11 mil pessoas, com capacitações, festivais e encontros. A segunda etapa será lançada em maio de 2025 e terá ações como webinars, workshops, letramentos, encontros de líderes, fóruns e exposições. O trabalho é dividido em cinco pilares: transição energética; economia circular; sociobioeconomia; transformação digital e inovação; e rastreabilidade das cadeias produtivas de valor da Amazônia. Dentro desses eixos, o projeto também pretende debater assuntos como atração de investimentos; infraestrutura e logística; economia de baixo carbono; comunicação e advocacy; mulheres e povos tradicionais.


Os temas foram divididos em grupos de trabalho, que terão a participação ativa dos representantes dos sindicatos e profissionais da indústria. Para Priscilla Vieira, presidente do Sinditêxtil do Pará, sindicato da indústria têxtil no estado, a participação na Jornada é uma oportunidade única. “A gente vai poder falar da Amazônia com propriedade. Afinal a gente mora aqui, a gente já produz aqui. O Sinditêxtil tem inúmeros projetos com sustentabilidade. A minha empresa, especialmente, tem várias iniciativas, hoje todo o nosso tecido têxtil já é reaproveitado, a gente dá para cooperativas, a gente faz subprodutos. Temos inclusive um projeto para transformar o nosso resíduo em tijolo”. Para Vieira, não há como falar em produção na Amazônia sem estar alinhado à preservação ambiental. “A sustentabilidade precisa estar no DNA do mundo, porque nós que nascemos aqui já temos isso no nosso DNA”, concluiu.


A Jornada COP+ tem o apoio da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), da Ação Pró-Amazônia, SESI, SENAI, IEL e Instituto Amazônia+21. O projeto tem como patrocinadora master a mineradora Vale.

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