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Enfrentamento da crise climática global é debatido em evento pré COP 30


Foto: Arthur Corrêa/ Gerência de Comunicação da Sistema FIEPA
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Autoridades, empresários e pesquisadores discutiram o que o Brasil e o mundo esperam da COP 30, o significado da conferência para o país e qual é o papel da  iniciativa privada no  fomento a essa transformação, em evento promovido pelos jornais O Globo, Valor Econômico e Rádio CBN, nesta quinta-feira, 3, em Belém. O debate “Editorial COP 30 Amazônia: momento decisivo para o enfrentamento da crise climática global” foi uma convergência de esforços e ideias pelo mesmo fim: um novo modelo de desenvolvimento social, econômico e ambiental para a Amazônia e para o Brasil, a partir da Conferência das Nações Unidas pelo clima, que será realizada em novembro, na capital paraense.


O presidente da Jornada COP+ e da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA),  Alex Carvalho, foi um dos palestrantes e deixou a mensagem de como a transformação precisa passar pela união de todos os setores. “É através dessa diversidade que nós vamos juntar o que temos em comum em soluções possíveis e dialogar para o crescimento. O senso de Jornada mostra que não temos uma receita pronta, é algo que está em transitoriedade, que está sendo galgado. E agora nós estamos diante de muito mais soluções do que embaraços e repetições dos erros do passado. Acho que há um senso coletivo, há uma conscientização no meio empresarial, e isso é um caminho sem volta. Por isso, temos na Jornada um movimento colaborativo que tem o papel de exercer na prática a transformação tão necessária”, enfatizou o presidente.


O papel do setor produtivo também foi destacado pela Secretária Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e diretora-executiva da COP30, Ana Toni. A secretária, que foi uma das palestrantes do evento, destacou a escolha do climate champion da COP-30, o empresário Dan Ioschpe, anunciado pelo Governo Federal como uma figura central para mobilizar de vários setores em torno do debate ambiental. Toni também reforçou a necessidade do compromisso de todos no combate ao aquecimento global. “As moléculas de carbono não entendem as nossas fronteiras de estados ou nacionais. Então, a gente tem que encontrar opções globais para combater as mudanças climáticas. E neste sentido, é exatamente isso que a gente vai fazer em Belém, acelerar as ações climáticas de todos os países para tentar chegar no objetivo de atingir 1,5°”, afirmou.


Para o governador do Pará, Helder Barbalho, a floresta precisa estar no centro da discussão. “Nós precisamos fazer com que a floresta viva valha mais que a floresta morta. Nós temos incentivado culturas que gerem emprego e preservem a floresta, como o cacau e o açaí, nossos grandes produtos da bioeconomia. Não se pode mais ter conflito entre agenda ambiental, social e econômica”, ressaltou. O Governador também destacou a importância da indústria na agenda climática. “Este compromisso deve ser de todos, desde quem produz a quem consome. O setor produtivo precisa produzir com sustentabilidade e os  consumidores consumirem produtos que estejam vinculados a boas práticas ambientais”, concluiu.


O papel do setor produtivo também foi evidenciado pelos pesquisadores que integraram o debate. A senior fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Rafaela Guedes, ressaltou os potenciais do país na produção de energia. “O Brasil tem muitas oportunidades, a gente tem disponibilidade hídrica, somos o segundo maior produtor de energia hidrelétrica, de solar a gente é a sétima maior capacidade, de bioenergia a gente é o segundo maior produtor. A gente vai precisar trazer o setor privado cada vez mais para essa mesa”, afirmou.


O evento também teve a participação de Igor Normando, Prefeito de Belém; Mercedes Bustamante, bióloga e especialista em mudanças climáticas; Ima Vieira do Museu Paraense Emílio Goeldi; Thaís Ferraz do Instituto Clima e Sociedade; Paulo Artaxo do Instituto de Física da Universidade de São Paulo;  André Guimarães do Grupo Estratégico da Coalizão Brasil; João Meirelles do Instituto Peabiru; Rafaela Guedes do Centro Brasileiro de Relações Internacionais e Liège Vergili Correia, diretora de sustentabilidade JBS Brasil. Os painéis foram mediados pelas jornalistas Daniela Chiaretti, do Valor Econômico, e Ana Lucia Azevedo, do Globo. O evento completo pode ser assistido no link: https://www.youtube.com/watch?v=pP9D08wQg3c.


A Jornada COP+ tem o apoio da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), da Ação Pró-Amazônia, SESI, SENAI, IEL e Instituto Amazônia+21. O projeto tem como patrocinadora master a mineradora Vale.






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